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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Crimes de ódio e outras coisas

Duas Três constatações acerca da vida:
1 - Eu morro de inveja daqueles casais com fotos públicas no Instagram e a sensação de pertencimento que eles transparecem. Os modelos são lindos, tanto eles quanto elas, e os filtros retrô ajudam a tornar as fotos ainda mais lindas e cheias de sentimento.
    Parece que ali existe uma relação entre o casal e o universo que é totalmente harmoniosa, na qual o mundo espera que eles fiquem juntos, e eles esperam o reconhecimento do mundo por estarem juntos.
    Essa relação harmoniosa nos parece tão distante quando imaginamos nossas possíveis (sofridas, ínfimas, escondidas) relações homossexuais, e ficar observando aqueles casais é como um tapa de realidade fazendo um PAH na sua cara para dizer "acorda, isto não é para você".
    Mas querer reconhecimento é fútil, e pertencimento é supervalorizado, e dá pra viver muito bem sem ele.
Mentira, eu não acredito nessas duas afirmações, mas tento me convencer para não entrar numa espiral de humor negativo.
É foda, mano, é foda.

2 - Se existe homem solteiro, há uma grande chance de ele ser gay.
    Em BH, por exemplo, existem 88 homens para cada 100 mulheres. Se você considerar que o índice de homossexualismo é maior entre homens do que entre mulheres, sobram 50 homens héteros para cada 100 mulheres. Ou seja, se todos os homens héteros encontrarem um par, ainda sobram 1 milhão de mulheres solteiras, doidas para dar.
    As contas acima foram feitas por um chimpanzé graduando em piscicultura, e não podem estar erradas.
    Enfim! O tópico 2 é somente para comentar sobre a razão de sexos em cidades grandes, que sempre apresentam um número maior de mulheres. Porto Alegre, por exemplo, está com 86 homens/100 mulheres, o que é preocupante caso você seja uma mulher. Quem quiser conferir a razão na sua cidade, a planilha do IBGE está neste link, e é bem legal.

3 - A importância da visibilidade
    Nesta semana, um menor de idade (Kaique) supostamente gay foi supostamente assassinado em SP após sair de uma balada. Esse fato reacendeu a discussão sobre a criminalização da homofobia, pois a polícia caracterizou a morte como suicídio. Para quem não ficou sabendo, o menino foi encontrado com o rosto desfigurado, e com supostos traços de tortura.
    Quem acompanha casos de violência contra homossexuais e transsexuais no país, sabe que este tipo de suposto crime não é incomum, porém sempre vem acompanhado da dúvida de que o crime foi motivado pela sexualidade ou expressão de gênero da vítima. Infelizmente, estes casos aparecem apenas em noticiários locais, e essas vítimas são invisíveis à opinião pública, seja por estarem em lugares secundários do país, ou seja pela sua posição social, o que leva as pessoas a pensarem "ah, foi por causa de drogas/dinheiro/vingança", e nunca por causa da sexualidade. É razoável se considerar outras causas para um crime, pois não devemos cair na paranoia de pensar que todo homossexual morto, morre por causa da sua sexualidade. Infelizmente, isto não acontece nos grupos secretos gays do Facebook que pertenço, pois percebo que as opiniões são absolutamente polarizadas em considerar estes crimes como frutos de ódio motivados pela sexualidade, exclusivamente. 
    Ao ver as fotos de Kaique, pode passar pela nossa cabeça que estamos imunes a este tipo de crime, ao perceber que o menino pertence àquela classe invisível e estigmatizada do homossexual negro, pobre e afeminado. Este pensamento pode até ser coerente, mas apenas se você estiver planejando passar a vida escondido dentro de casa ou em um casamento com a esposa acessório, sozinho sem parceiro e sem amigos.
    Por isso, perceba que uma pessoa não precisa se parecer com o menino Kaique, e nem com a lacraia, para ser vítima de um crime de ódio, pois até héteros masculinos em momentos de demonstração de carinho são vítimas por serem confundidos com homossexuais, digamos, num abraço inocente entre pai e filho. Estar no lugar errado, na hora errada, e com o mínimo de característica que levante alguma suspeita a respeito da sua sexualidade, seja pela roupa, pela postura ou pela companhia, pode fazer de você uma vítima.
_Ah, NB, mas não sou e nem curto afeminados, e não frequento lugares gays. Portanto, estou seguro.
    Sim, talvez você esteja mais seguro que os outros. Mas e se você quisesse frequentar esses lugares e agir da forma que quisesse, você seria livre para isto? Não imagino que isto tudo se trata de quem está seguro ou não, ou de como se deve agir para estar seguro, mas sim da liberdade que não temos de estar nos lugares que quisermos, ou agir da forma que quisermos, ou demonstrarmos carinho com o nosso possível namorado, filho ou amigo, exatamente por medo de ser uma possível vítima como o menino Kaike.
    O fato de sermos tão covardes ao ponto de esconder a sua sexualidade torna este tipo de crime um fato distante da maioria dos lares brasileiros, e exclui a possibilidade dos nossos familiares, sejam eles nossos pais, tios ou primos, se preocuparem com a segurança do membro da família quanto aos crimes de ódio. 
    Existe um texto rolando por aí (que eu não li) que diz que o congresso foi cúmplice do (possível) assassinato deste menino, exatamente porque não aprova leis de proteção à "minoria" a qual pertencemos, mas eu discordo (do título) deste texto. As leis são um reflexo do pensamento da sociedade média, e os maiores cúmplices deste possível assassinato brutal, e de todos os outros crimes motivados pela expressão de gênero da vítima, são os homossexuais enrustidos que alimentam a inércia e a ignorância do povo que tende a pensar que gays são apenas aquelas figuras caricatas e femininas, que não merecem respeito e não tem direito à vida.
    Porém, somos humanos naturalmente fracos e egoístas, e quem pode se esconde. Eu, por estar na mesma posição em que critico, não posso julgar quem faz o mesmo.
    Ao nos esconder, pensamos no bem próprio, imediato e pontual em detrimento dos benefícios maiores e de longo prazo, que necessitam de uma medida altruísta e difícil no início.
Dessa forma, nós não mudamos o mundo.
Um grande abç,
N.B.

20 comentários:

  1. Poxa N.B esse texto me tocou, de certa forma estou em posição parecida com a desse menino, me coloquei no lugar dele... É muito triste vc ver que a opção sexual de uma pessoa, ainda hj, é motivo pra alguém ser assassinado brutalmente, não sei o que passa na cabeça de alguém que faz isso francamente.
    Esses dias vi a história de um menino da minha idade, um adolescente que foi assassinado, por aparentemente julgarem ele como gay, é brutal demais isso. Esse texto me tocou e de fato todos nós temos direito à vida independente de qualquer coisa e só o fato de pertencermos à minoria já nos coloca como alvo, alguns menos, outros mais.
    Será que falta nesses assassinos se colocar no lugar dessas famílias pelo menos uma vez!? Afinal a msm biblia que condena os homossexuais e que é tão usada pra 'apedrejar' eles é a mesma que instrui a todos amar o próximo como a si mesmo.
    Pra concluir deixo uma reflexão: será que ainda estaremos aqui vivos pra ver uma sociedade onde todos independente de ser gay, bi, trans, hétero serem aceitos como são ou isso é um futuro distante de nós que jamais ou em um longo, longo tempo apenas conseguiremos?
    Realmente espero que esteja vivo e feliz pra ver isso, afinal todos merecem ser feliz sem serem julgados ou vítimas de crimes brutais por esse motivo.

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    1. Por favor, se quisermos que os outros mudem, nós também precisamos ajudar. Não se diz "opção" e sim "orientação sexual". Você por acaso optou por ser homem e sentir desejos afetivos/sexuais por outros homens? Acho que não né, então, incorpore a linguagem adequada.

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    2. Acredito que o anonimo acima deu uma erradinha kkkk, mas nada que me faça discordar do que ele disse, mesmo eu sabendo que é orientação mesmo que fosse uma opção ser, isso não justifica atos como esse...

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  2. 1. Também achava que não era para mim, até encontrar um casal gay "normal, mas bonito" no Instagram. Acho que ainda viverei para ver quer é para nós. Num comentário desses perdidos em algum "blog humilde" do Blogspot alguém que parecia um senhor-gay disse mais ou menos assim: aguenta aí molecada, no meu tempo brinco era coisa de bicha... depois só era de bicha se usasse nas duas, depois só na direita, depois só na esquerda. Hoje um monte de hétero, se não bastasse usar, ainda fazem questão de alargar os furinhos". Sábio senhor-gay.

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    1. 2. O meu estado está infestado de héteros-princesa. São um monte de macho que preferem a solteirice do que se relacionar com mulheres normais. Isso é fruto do Néscau quentinho que é assoprado pelá vó e das putas de luxo que estão cada vez mais acessíveis. O Xvideos também ajuda. Lá é tudo durinho e lisinho, mas na hora do vuco-vuco... Os gays já são assim com pouca oferta, imagina na Copa!

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    2. 3. Tem um caso bem famoso de um menino que é usado como mártir* da homofobia. Só tem um problema: a polícia, a família dele, os amigos deles, os inimigos dele, o histórico do Chrome dele, as menininhas deles... em nada ou ninguém foi encontrado indícios de que esta criança era homossexual. Mesmo assim o tio do garoto, um militante GLBT com seu certificado de CSI obtido na TV aberta, classificou o ocorrido como um "crime de homofobia", pois "parecia" com "crimes de homofobia". Sempre que a TV aberta ou a mídia de massa precisa de algum "Como diz" ou "Segundo", utilizam o tio e seu "case" para comover quem os prestigia. Pois é, pois é.

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  3. "e os maiores cúmplices deste possível assassinato brutal, e de todos os outros crimes motivados pela expressão de gênero da vítima, são os homossexuais enrustidos que alimentam a inércia e a ignorância do povo que tende a pensar que gays são apenas aquelas figuras caricatas e femininas, que não merecem respeito e não tem direito à vida.
    Porém, somos humanos naturalmente fracos e egoístas, e quem pode se esconde. Eu, por estar na mesma posição em que critico, não posso julgar quem faz o mesmo.
    Ao nos esconder, pensamos no bem próprio, imediato e pontual em detrimento dos benefícios maiores e de longo prazo, que necessitam de uma medida altruísta e difícil no início.
    Dessa forma, nós não mudamos o mundo."

    FALOU TUDO!

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    1. Discordo. Ao menos em parte...
      A expressão “gay enrustido” em geral acarreta no culto ao “macho/fêmea padrão”.
      Mostrar que existe uma diversidade de comportamentos por meio da libertação dos ditos “enrustidos” não necessariamente vem em beneficio à causa.
      Em teoria espera-se que sua postura evidencie que a única distinção entre um heterossexual e um homossexual se dá por meio do objeto de desejo, na prática cria-se um individuo superestimado que perpetua o status quo da heteronormatividade. Como se a masculinidade/feminilidade fosse algo passível de perda que deve ser constantemente reafirmado por meio de simbologias e repressões.
      É evidente que existem gays que possuem sexo biológico atrelado a comportamentos/interesses que socialmente espera-se dele, mas esses não se ocupam de rechaçar os que deles se destoam.
      Esperar que os homossexuais sejam aceitos por reproduzirem o juízo de valor característico dos defensores da heterossexualidade como “normalidade” é trocar seis por meia dúzia. Tudo bem se você for gay, desde que fale grosso (fino), use cores “discretas” (floridas) seja agressivo (passiva) e, principalmente, mantenha suas caricias em âmbito particular falando desta condição apenas quando perguntado...
      Lutar para que todos detenham a oportunidade e orgulho de se declararem pelo que são é uma causa muito valida, independente de se ser mais ou menos “masculino” / “feminino”, esperar que o respeito venha pela segregação de gays que “se dão ao respeito” e gays “espalhafatosos” não.
      Afinal, de acordo com os direitos humanos, que o Brasil é signatário, a dignidade e respeito nós é inerente, se a falta de tolerância impede essa compreensão, está sim, é uma falha de caráter a ser combatida.

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    2. i.ssan, queridão! Bela posição descrita no teu quase poético texto. Não discordo de nenhum ponto levantado, mas não percebo como estes estão em desacordo com a única conjectura levantada no trecho acima. Esta conjectura sustenta a hipótese de que pessoas próximas a gays declarados poderão experimentar uma preocupação com crimes motivados por homofobia, e esta preocupação poderia se refletir em maior atenção à prevenção de tais crimes. A crítica que faço é que este tipo de crime sente-se irrealizável para pessoas próximas de gays enrustidos, e esta desconsideração poderia ser diferente caso soubessem que uma pessoa próxima pode ser uma vítima futura.
      Também tenho dúvidas se o evidenciamento de gays que agem alinhados aos requisitos heteronormativos causaria algum benefício aos gays marginalizados, exatamente pelo que foi descrito no comentário acerca do rebaixamento da sua expressão de gênero. Creio que o único benefício, se isto pode tem vantagem alguma, seria diminuir a associação imediata de sexualidade com expressão de gênero. Uma vez dissociados, talvez fosse mais fácil trabalhar num alvo específico, ou desmarginalizar a expressão de gênero feminina.
      grande abç

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  4. N.B, meio louca esta conta aí rs. Afinal não teria como saber ao certo se a proporção homens homos faria com que a oferta de héteros caísse de 88 para 50, fora que não foi considerado que do total de mulheres (100) há algumas que não curtem homens ou não os prefeririam. Mas como foi só humor, blz. Só cuide com o termo "homossexualismo", que poderia ter sido evitado.

    Quanto ao final do post, eu também acho que se os homos não afeminados se mostrassem mais e ao mesmo tempo a mídia parasse de dar somente ênfase nos indivíduos caricatos (ainda que aos poucos está mudando), sim, ficaria mais fácil de se combater o preconceito geral que ronda à diversidade sexual. Mas a maioria tem receio, ou já está bem acomodada em seus cantos e não desejam se expor nem um pouquinho sequer, vide os famosos desse país, independente dos inúmeros fatores que levam a isso, incluindo a simples inércia social. Além disso, é sempre difícil conseguir o respeito em sua totalidade, pois uns até aceitam os gays sem pinta, mas não aceitam os que dão pinta, ou não aceitam as travestis, ou vice-versa (mais difícil, mas real). Infelizmente, até se alcançar um patamar de maior aceitação, muitos vão sofrer e ficar pelo caminho. Afinal até na Europa Ocidental, local onde há em geral a maior tolerância no mundo nesse quesito, ainda não se alcançou o ideal, mesmo que ano após ano fique um pouco melhor do era antes.

    E para terminar, digo que não apenas todas as faces da diversidade sexual deveriam se mostrar mais para reduzir o preconceito, mas o governo também precisa dar uma boa força, afinal é uma questão delicada e que não conseguirá ser resolvida somente por nós. Então, O Sakamoto tem razão ao dizer que a atual situação é em boa parte culpa da política brasileira.

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    1. Ah, mas que beleza... minha resposta foi pro limbo :\
      Enfim, retrabalho.
      3 pontos destacáveis.
      1 - a conta apresentada é incontestável, vide fonte;

      2 - talvez o termo ismo foi usado intencionalmente :O

      3 - talvez uma ação no sentido sociedade > governo fosse mais eficiente e o mais ideal. O governo apenas reproduz os interesses de um certo povo, e um povo que se preocupa em proteger a dignidade de seus cidadão tem um governo que consegue trabalhar facilmente para criar mecanismos para realizar estes interesses. De qualquer forma, uma ação no sentido governo > sociedade também é bem vinda.
      grande abç!

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  5. Ótimo texto como sempre. Não visito o blog a algum tempo mas continua excelente.


    Dois pontos que me fizeram pensar:

    1) Acredito que ter reconhecimento é necessário, mas não do mundo. Pode ser muito libertador só precisar de aprovação daqueles poucos que merecem esse status. E mesmo esses merecedores, só até certo ponto pois depende do contexto.

    E o pertencimento, esse é mais complicado. É fácil nos sentirmos sozinho mesmo em meio a um grande grupo de amigos se não existir identificação com as características desses amigos. Fico imaginando se existe por aí algum bravo que vive sem a companhia "dos seus" e sem sofrer com isso.



    2) Se por um lado ficando escondidos não mudamos o mundo, por outro só a boa estratégia vence guerras. Se uma pessoa mostra quem é verdadeiramente ignorando o contexto que a cerca, pode até conquistar alguma coisa com isso, mas se estiver se colocando em risco, pode não durar muito.

    Escondidos podemos não mudar o mundo em um grande e eficiente movimento, mas será que não o mudamos em nada? E será que batendo de frente sobrevivemos para muda-lo um pouco mais no futuro?

    Talvez uma boa discussão seja como e quando se mostrar? Quando não faze-lo? Como influenciar o mundo de dentro do armário quando necessário? Talvez seja mesmo uma limitação considerável, essa de ter que ficar fingindo ser o que não se é, mas talvez também não estejamos pensando nas possibilidades.



    Pode parecer que meu tópico 2 contradiz o 1, mas no primeiro me refiro a esperar pensamentos e frases de aprovação de todos e no segundo me refiro a segurança, à manutenção das integridades física e psicológica que podem ser ameaçadas, não por uma mera desaprovação de familiares, colegas ou "amigos", mas por agressões físicas ou morais de maior intensidade.

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  6. Sei que talvez não seja o post correto pra dizer isso mas aqui vai um desabafo: Hoje no trem na cidade do Rio de janeiro fui encoxado por um homem alto e muito forte que estava com o pau duro, e ficava batendo na minha bunda com o pau dele como se estivesse socando! Vocês podem achar isso um tesão ou a porra que for, mas eu fiquei muito puto e queria matar ele, pq isso é uma falta de respeito! Eu não sou afeminado e nada do tipo, só estava indo para um lugar x e um cara se achou com esse direito!
    Quando realmente me estressei virei com uma cara muito fechada mas me dei conta que o cara tinha o dobro do meu tamanho.. Enfim, de qualquer forma ele percebeu que eu estava puto e saiu de trás de mim, mas aí que veio o inacreditável! Ele foi pra trás do cara do meu lado e ficou fazendo a mesma coisa!!!!! PUTA QUE PARIU!! Sorte que foi por pouco tempo! O pau dele estava duro e era visível! Estou muito decepcionado e espero que ninguém faça isso!

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    1. Sua roupa era provocativa? Talvez você transpareceu que queria aquilo.
      #polêmica paksopaksaksop
      Enfim...

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    2. Hahaha transpareceu??! Eu tava indo pro trabalho! Minha roupa era formal. O trem estava lotado..

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  7. Acho seu comentário do inicio do texto muito apocalíptico sobre as relações homossexuais vs relações heterossexuais. É claro que os gays podem formar casais tão fofos quanto os heterossexuais e até melhores se brincar, já que eles não vão lidar com um machismo que existe em várias relações heterossexuais.

    Eu tive oportunidade de presenciar vários casais gays bastante felizes andando por ai, isso sem falar do próprio exemplo de casa representada pela minha mãe e sua namorada. Claro que para gays que estão no armário, conseguir um relacionamento é mais difícil, mas para quem não está é normal.

    E vocês também precisam pensar no armário como algo temporário, é inviável e uma verdadeira tristeza morrer dentro dele.

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  8. Hashtag Tenso

    Realmente. Nós não mudamos o mundo. Que merda, hein? Quem sabe começamos um pouco mais? 01 beyja

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  9. este foi um post do tipo UFA! quanto assunto! e mesmo as contas sendo feitas por um chipanze, eu acho que vc foi muito certeiro nas reflexões! abraços!

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  10. Sou bissexual porém não sei do que gosto! Mas os assuntos abordados são de total interesse ao público, assim visando o que acontece na vida de uma pessoa homossexual,se o governo se comprometece ao público homo talvezo mmundo seria de tal forma diferente por que cada pessoa se aceitaria como fosse, vamos supôr que tem muito homens e mulheres casados que se abafam em tentar um relacionamento heterossexual,achando que é a única forma de ser aceito no mundo sem indiferença preconceito. Tenho um irmão gay,realmente a relação deles com outros é muito bonita. porem a mídia vem querendo manter esse preconceito distante, assim fazendo filmes, novelas,series etc. Mas o governo está se opondo porque deveria haver leis que pudece ajudar a sociedade, sem falar que os presidente, senadores, ou outros governantes precisaria do votos de muitos homossexuais para se eleger, mas após ganhar não se volta ao público, não se lembra que existe gente que corre atraz de seus direitos para terem liberdade. Abraço desejo a todos paz.

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  11. O fato de a maioria do congresso nacional se omitir em criar leis contra homofobia que engloba várias categorias de crimes contra homossexuais, denota sim um descaso com essa população.
    Mas isso não é o pior, fazem isso pelo motivo mais perverso que se pode imaginar, para não perder votos nas próximas eleições que virão, em um país com grande concentração de cristãos seria um suicídio eleitoral apoiar e aprovar leis desse tipo.

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