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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

brincando de médico

    Alguns textos pra trás eu tinha citado o estágio fálico do desenvolvimento psicossexual, mas não me delonguei sobre o tema. Hoje, porém, gostaria de falar sobre algumas experiências que tive e que envolvem o assunto.
    Uma das lembranças mais antigas que eu tenho, talvez lá pelos 6 a 8 anos (sou horrível com datas),  é a de meu primo que é uns 3 anos mais velho que eu, se masturbando perto de mim e me deixando curioso com a situação. Lembro que, de tão curioso eu comecei a imitá-lo, sem muita noção do que estava fazendo, e lembro que ele falou que isso não funcionava com o meu. Não lembro, porém, se ele havia chegado a me tocar. Devo enfatizar que não considero que isso foi um abuso e nem os casos por vir.
    Anos se seguiram, nos víamos sempre pois eu era bastante ligado ao irmão mais novo dele, 1 ano que velho que eu. Como garotos, la pelos seus 8, 9, 12 anos, tomávamos banho juntos quando um ia dormir na casa do outro, e as vezes o primo mais velho também, inocentemente (?), com a permissão dos pais. Talvez porque os pais dos meus primos fossem um tanto sovinas, eles permitiam sem muita resistência para economizar água e luz. A diferença (ou talvez não tão diferente), é que aconteciam brincadeiras que vistas por mim hoje, pudessem não ser consideradas tão inocentes. 
    Se tratava do famoso 'médico'. Os papéis eram alternados, hora de paciente, hora de médico, os problemas geralmente envolviam partes específicas do corpo, os diagnósticos eram sempre os mesmos e os tratamentos não eram muito convencionais e nem seriam aceitos pela Sociedade Brasileira de Medicina. Esses tratamentos envolviam afagos, fricções, hora ou outra uma boca era usada também, mas nada nunca contra a vontade. 
    Isso se estendeu por alguns anos mais, até que, de repente, simplesmente paramos. Sempre agimos como se nada tivesse ocorrido, nunca tocamos no assunto. 
    Por muito tempo eu considerei que essas brincadeiras pudessem ter sido a causa do que eu achava ser um desvio de personalidade. Tentei culpar essas experiências pela minha preferência por rapazes, pois, existe uma teoria na psicologia chamada cunhagem, que diz que crianças carregam as impressões que tem na infância como referências para a vida adulta. A ideia de prazer não é diferente. Como eu tive experiências com meninos na infância, a ideia de prazer que eu carregaria para a minha vida adulta seria a mesma. Felizmente, correlação não significa causalidade.
    Há uns poucos meses, eu descobri outra teoria falando sobre essas experiências, dessa vez da psicanálise. Ela trata dos 4 ou 5 estágios do desenvolvimento psicossexual, criada por Freud, que divide a vida em estágios, os quais geralmente não são desenvolvidos de maneira satisfatória se o imediatamente anterior não tiver sido completo. São eles: oral, anal, fálico, latente e genital. Por exemplo, a fase genital, que corresponde ao início efetivo da vida sexual será consideravelmente prejudicada se existir algum assunto mal resolvido na fase fálica.
    A teoria diz que a forma como uma pessoa completa cada estágio, ou das influências sofridas durante cada estágio, ditam algumas características da personalidade. O estágio fálico está relacionado exatamente à história descrita no começo desse texto. Ele ocorre de três a seis anos e é quando a criança toma consciência do próprio corpo e do corpo de outras crianças. Isso desperta a curiosidade que leva ao despimento e exploração do corpo do outro, inclusive seus genitais. Uma parte exótica nessa teoria diz que o filho disputa a atenção do pai ou mãe que seja do sexo oposto ao dele, e competições psicossexuais mal resolvidas lidam à traços da personalidade como agressividade, ambição e vaidade excessivas. Mas esse não é o foco.
    Onde eu queria chegar com toda essa volta era dizer que o comportamento que eu apresentei quando era criança ocorre mais frequentemente do que eu imaginava. Esse tipo de experiência geralmente não é compartilhado com ninguém, o que me dava a impressão de ter sido uma exclusividade minha, ou que fosse muito raro. Mas ao ter liberdade suficiente para conversar sobre esse assunto com algumas pessoas, inclusive meninas, e poder perguntar sobre as experiências fálicas delas, eu pude perceber que essas experiências são realmente comuns. Inclusive algumas pessoas que tiveram essas experiências se consideram heterossexuais, o que desmistificou o meu pensamento de culpar a minha homossexualidade a elas. 
    Bom, o que se passou aqui foi apenas uma troca de experiências, uma vez que já acho inútil especular sobre as causas ou motivos que me levam a me excitar por homens. Já especulei demais naquele texto sobre a causa, ali no cantinho direito. Isso porém não impede-nos de saber mais sobre teorias que tentam explicar a complexidade e unicidade do homem. Se pelo menos eu soubesse disso há alguns anos, teria evitado algumas frustrações pela falta de informação ao tentar explicar o que não necessita de explicação.
Quanto aos senhores, alguma experiência ou constatação do tipo?
Um abç.
N.B.

22 comentários:

  1. Boa Noite povo ..
    Não sei se a minha ideia é precipitada ou algo do tipo, mas .... Depois de ler algumas teorias sobre o desenvolvimento psicossexual e juntamente ter uma psicopedagoga na família, cheguei a uma teoria meio "dã" .. Eu co-relacionei a ideia focal do texto acima com a teoria do desenvolvimento psicossocial e ela encaixa perfeitamente com o que aconteceu comigo... Se alguem se interessar em ler o link esta logo abaixo.
    Eu acredito que a fase falica pode sim interfirir no desenvolvimento psicossocial, ainda mais se ela acontecer entre 06 e 12 anos de idade ...

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_do_desenvolvimento_psicossocial



    Boa Leitura ;)

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    1. Eu tenho até uma teoria referente a psicologia (Freud).
      Já fiz psicanálise e tratamento behavorista.
      Denominei até de "Complexo de Édipo Gay" e está relacionado ao relacionamento do filho, pai e mãe na infância.
      Gosto de buscar explicações para me entender e me aceitar.
      Bom, minha teoria é mais ou menos essa: em algumas das fases da infância (não me lembro qual), o filho ao invés de querer disputar com o pai o amor da mãe, busca amor no pai, não necessariamente disputando ele com a mãe. No caso dos bissexuais, creio que os filhos amam tanto o pai quanto a mãe em alguma proporção cada um.
      Enfim, trata-se de um complexo de édipo aplicado aos homoafetivos.
      Talvez seja pessoal, mas já foi até tema de post neste blog (intertextualidade), nas três terapias que fiz pra entender minha sexualidade, é claro que os psicólogos pedem pra falar da infância, mas o foco dos diálogos sempre era o meu relacionamento com meu pai, ou a falta dele.
      Enfim, devaguem.
      Mas, sei lá, pelo menos, pensem no relacionamento que tem com seu pai e divaguem mais ainda.
      "Penso, logo existo."

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  2. Todas essas curiosidades do corpo na infância tive sozinho, que triste... nunca tive ninguém para compartilhar isso, que inveja de vocês kkk

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  3. gente, se até o Chico Buarque tem musicas falando sobre troca-trocas infantis e vc acha que foi o único? vc não foi o único, seus primos participaram lembra? e se quiser eu te conto qualquer dia de como era na minha rua, eram 21 meninos que se pegavam todas as noites, orgias imensas.

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  4. Gus - Recife

    Bem...sobre teorias da psicanálise eu realmente não entendo nada.
    Já sobre as experiências fálicas...bem... Acho raro aquele que não as teve!
    As minhas também foram com primos, no começo inocentemente..depois, com os 12 anos, o rpimo mais velho já não tomava banho comigo e o irmão mais novo e depois vem as revistas playboy, o assunto passar a ser o tamanho do pinto, a punheta...E dessa forma, eu posso dizer que tive uma das melhores experi~encias da minha adolescência: Bater punhetas com os vizinhos!
    ahsuhuahusas...
    Eu nem tinha noção quando um dos meus vizinhos explicou como fazia. Fui no banheiro "testar" e senti uma agonia que não sabia explicar o que era..hehe..
    Daí em diante, passamos a nos masturbar, cada um no seu, mas o fato de ver aqueles meus amigos, cada um num estado de ereção diferente, mechia comigo...
    Daí pra internet, dos chats pra vida real e hoje, eu vejo que aquilo foi meio que uma janela que arranjei pra experimentar esse mundão de coisas boas!
    Se Freud explica?!?! Sei lá... Eu sei que foi válido!

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    1. eta gus!!! paokspaokspaks eu tb nao entendo mto bem, é só pra dizer que é normal =)
      mas agonia??? hahaahah essa é a primeira vez que ouço alguem descrever uma bronha assim rsrs
      abç!

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  5. Engraçado, a unica experiencia que lembro de ter nesse sentido foi justamente com uma menina. Eu cheguei a tomar banho com a filha da namorada do meu pai, que era um pouco mais nova que eu, brincavamos juntos, na praia ela ficava com uma espécie da "calcinha" e cavavamos buracos na areia e ficavamos lá dentro, dormiamos juntos na mesma cama, eu meio que tinha um amor platonico por ela, isso eu devia ter uns 8 ou 9 anos. Enfim... mas não mudou o fato de que eu goste bem mais de garotos hoje, apesar de ainda gostar um pouco de meninas. Hoje eu me imagino namorando e sendo feliz com um cara. Abraços a todos!

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  6. Cara, eu não tive NENHUMA experiência assim, era muito fechado quanto a isso na infância. Eu tinha uma prima da mesma idade que eu corria atrás para beijar e tal. Todo mundo falava que a gente era namoradinhos e blá blá blá. Dormíamos na mesma cama tb e ELA sempre dava a ideia "vamos beijar?". Mas era só selinho pq eu nem sabia o que era beijo de língua até os 11 anos.

    Eu atribuo meu gosto por homens ao meu convívio excessivo com mulheres, pois desde a infância sempre fui rodeado delas. Além disso, as mulheres da minha família são machista (isso mesmo). Sempre derm discurso que as mulheres são perigosas, não prestam, são safadas. Vendo hoje eu acho que minha "aversão" a elas vem disso, mas hoje eu sei que isso é só um discurso de gente velha. Mesmo assim, acredito que isso tenha feito com que eu prefira mais a figura masculina do que a feminina.

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  7. Achei bem interessante a Teoria do Desenvolvimento do Psicossocial. Até acredito um pouco nisso, mas ainda assim não explica o porque de alguns que fizeram troca-troca ou brincaram de médico são héteros e outros gays ou bi. Mas como você disse N.B., é algo que não necessita de explicação. Eu quando era pequeno tomava sempre banho com meus primos e até um amigo do colégio uma vez. Algumas brincadeiras, mas nada demais, nada de médico ou troca-troca. Eu tinha até vergonha de tomar banho junto, acho que já sentia algo e não sabia explicar. Se isso foi bastante influente para o que sou hoje? Talvez não, assim como muitos, quando não me aceitava bem, já tentei mudar e foi em vão, creio que nascemos assim e essas experiências talvez apenas aja como um catalisador dos nossos sentimentos em relação ao sexo oposto.

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  8. OI NB.
    gostei dessa teoria da psicologia sexual ,também credito que essa orientação venha das nossas experiencias de quando criança.
    eu tive experiencias com primos e primas por volta dos 9 a 12 anos
    hoje tenho interesse apenas por garotos embora não tenho mantido relação sexual com garotos somente as da "época das brincadeiras de médico" pois estou no armário também, por tanto estou louco pra ter a minha primeira relação.
    mas sou um pouco medroso tenho medo dos amigos e principalmente da sociedade em geral.

    enfim nb adoro seu blog, quado não ha postagem acabo relendo as antigas .
    de uma olhada neste blog me diz o que acha:

    http://www.deolhonamala.com/
    http://cunhfil.blogspot.com/

    vlw continue postando e nus dando força amigo, obrigado.

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  9. Eu tive experiências assim, mas muito de leve, e com meninas na infância (por volta dos 7 até os 9 anos)... Era com uma vizinha, que era irmã do meu melhor amigo na época; na verdade éramos um trio que aprontávamos as nossas! Mas com menino só vim ter algo na adolescência, por volta do 15, muitíssimo exporádicas e amedrontadas e nunca na cara...

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  10. E esses seus primos hoje namoram meninas, meninos os dois, nao namoram, falam mal de "viados" ou vc não tem mais contato com eles?
    Vc poderia fazer um post sobre parentes gays, já que em uma familia geralmente quando tem uma pessoa homossexual/bissexual vão ter outras tbm.

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    1. detalhe importante que eu devia ter falado no texto!
      Dos tres com quem tive experiências, todos namoram meninas hoje.

      Quanto a parentes gays, na minha geração de primos não há ainda. Talvez primos dos meus pais, mas eu não tenho contato com eles, e eles nem falam muito.
      um abç.

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    2. Bom, eu sou homossexual, sempre brinquei com meus primos, primas e amigos, mas hj, sou o único homossexual, todos me respeitam bem, sem exeções. Minha familia é bem grande e não sei de nenhum homo além de mim. Além de eu ter brincado, com 14 anos, se acabaram as brincadeiras e eu passei a ficar com meninas, tive dois filhos e com 17 anos, me descobri gay, to com 21 anos e sempre achei que isso vem desde que nascemos! Pois se fosse pelas brincadeiras e experiencias de quando eramos crianças, então, acho que eu não seria o único a ser homossexual! Btincadeiras fazem parte da infancia.

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  11. Bom, eu acho que a minha opção sexual não se deve a essas experiências. Como aconteceu com vc, comigo tbm foi assim, somente eu tenho atração por homens.
    Não lembro ao certo, mas foi cerca dos 8 e 9 anos, com uma turma de amigos do apartamento em que morava, eu e outro amigo eramos os mais novos, e consequência disso eramos as "mocinhas" rs, mas tbm revezávamos. Era muita putaria, os pais do meu amigo que morava no apartamento estavam trabalhando, e meus pais não dando a atenção necessária para o seu filho gay. Então, ficávamos um bom tempo na sacanagem denominada por nós de "Sexolandia". hahahah

    Parabéns pelo seu blog, sempre o visito.

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  12. Caramba!Cada vez descubro mais gente que teve experiências sexuais na infância/pré-adolescência (não deixam de ser sexuais).Não tive nada, me sinto até excluído, pulei vários estágio e me encontro problemático.

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    1. haha, estas não são regras, é só pra livrar da culpa quem acha que essas experiências são a causa da homossexualidade. Vc pode ser uma pessoa muito equilibrada e nao ter tido essas experiencias! Conheco pouco do assunto, não tome o texto como base para dizer que és problematico :O
      um abç
      N.B.

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  13. No meu caso deveria ter 6 a 8 anos de idade e meu deveria ter 12. Lembro como hoje ele me tascando um beijo e depois mandando eu fazer sexo oral nele. E depois ele veio fazer sexo anal, mas foi rápido. Daí me viciei. Fazia sempre sexo oral nele, até na hora que ele estava no banheiro. Morria de medo de minha mãe ou meu pai ver... Era todo dia eu fazendo isso, fui tomando gosto e não queria mais largar. Até que ele foi crescendo, e um dia ele dormindo fui e beijei a boca dele e ele acordou. Foi uma coisa horrível. A vizinhança toda ficou sabendo. Fiquei morto de vergonha... Também andava muito com.meninas, gostava mais de vôlei e odiava futebol. KkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkKkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Tinha uma raiva de futebol, e pra casas das vizinhas assistir novelas. E de dia minha irmã me vestia de mulher e ainda me batia. Gostava muito, queria ser uma menina. Até adolescência temos mais entendimento. Não acredito nesse negocio de de abuso. Sou prova viva: depois disso com meu irmão, eu ficava dando em cima do vizinho, querendo que ele me pegasse, insistia e ele nada. Fiquei um bom tempo, enchendo o saco dele, pegando no pé. Até que um dia ele me perguntou se eu estava triste, disse que sim porque ele não queria nada comigo. Foi aí que rolou e não paramos mais... Se fosse hoje em dia, diriam que era abuso, mas se eu gostava e tava querendo?! Engraçado que sou muito tímido, mas nessa parte sexual entre homens perco totalmente a timidez. Talvez seja o viver no armário e não ser assumido...

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  14. Anônimo, você comeu uma palavra no início do texto.

    Essa história foi com seu irmão mais velho?

    Conta mais como foi a reação dele e a reação dos seus pais naquela época. E hoje, como são as coisas?

    Você tem quantos anos, agora?

    Abs e tudibom!
    Lucas

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  15. Aquilo que eu fazia com ele, era como se ele estivesse esquecido. Como se nada estivesse acontecido. Ainda falava pra ex esposa dele que eu tinha jeito de menina pequeno. Deu uma raiva dele por causa disso. Foi humilhante demais no dia que beijei ele dormindo e ele deu uma de hetero, e falou pra todo mundo o que eu fiz, embora ele não pratique sexo entre homens, mas fazia comigo e tirou o corpo fora. Ele deveria ter 12 anos. Não é o mais velho. Criança sempre me apaixonava por outros meninos, ficava com uma saudade imensa, querendo encontrar e ver... Sonhava... Passava pelo mesmo local, querendo que a cena se repetisse... Sofria, mais sofria com o querer e não poder... A gente cresce e vai corrigindo e exterminando os trejeitos até abolir completamente qualquer suspeita... Hoje em dia, tem tantos gays que ninguém imagina: jogadores de futebol, viril, lutadores de MMA. O que me deixa triste é o viver vida dupla: vejo um mesmo que se chama Milton, garoto de programa, liguei pra ele, e na casa ouvir voz de criança. Aquilo me frustrou e deixou triste... E outro chamado Railson que tem namorada, mas o dinheiro fala alto, e até mesmo pra bancar a namorada se relaciona com homem. Estou com 30 anos de idade. Não me lembro se minha mãe me bateu, até a vizinha interveio dizendo que era beijo de carinho ente irmãos... Eu odiei o cinismo e a hipocrisia, a mentira do meu irmão.

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  16. Não tive nenhuma experiência parecida, exceto tomar banho junto com meu irmão uma vez ou outra enquanto ainda éramos crianças. O que sempre permaneceu comigo era uma curiosidade em olhar o pau de alguém em situações tipo banheiro de academia e tal.

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